sexta-feira, 13 de setembro de 2013


Um desabafo de Amor

As vezes você começa a enxergar o túnel preto de novo, que te afoga em você mesma, um túnel sem saída.

O que ela realmente sentia era inexplicável, desafiava o eu e o vencia, desafiava os desafios e os driblava, era mais forte do que tudo. Não exigia nada em troca, tudo o que a gratificava era um sorriso, um saber de que tudo estava bem com ele. Mediante a isso e a todo o conjunto ela sabia que o amava.
Não mais tinha o medo de o perder, pois sabia que se fosse mesmo o homem escolhido de Deus, jamais o perderia, isso a deixava mais forte, deixava esse sentimento mais forte. Mas o pensamento de ficar longe, esse sim doía. Suas aspereza, essa sim doía, e muito. Mas quanto mais motivos lhe dava para odiá-lo ou simplesmente esfriar seus sentimentos, mais ela o amava, era inexplicável ou talvez alguma razão ou algum fato algum dia na vida se explicaria, mas a questão era que nada que acontecesse, palavras ou situações que a ferisse muito no mais profundo, com tudo ela mais o amava, e mais sentia que precisava ama-lo. Talvez fosse isso, talvez ele precisasse de alguém com uma capacidade assim de ama-lo, mediante a todas as circunstancias, ela realmente gostava de ama-lo. Mas as vezes doía, ela se culpava por isso, algumas vezes se culpava por esse sentimento tão forte que as vezes a fazia sofrer. Mas sem esse sentimento ela sabia que sofreria mais. Ele a fazia feliz e completa, disso não havia duvida, e a cada dia ela o amava mais.
Existem aqueles momentos em que ela se sentia só, sentia que talvez estava sozinha nesse sentimento. Se não fosse verdade? Seria bom, mas as vezes parecia impossível saber se era realmente mutuo. A verdade é que ela não aguentava a dureza, a aspereza, afinal jamais tratara alguém com tais aspectos, então, o minimo de ser justo era ser tratada de um modo igual.
Ela sabia que ele não era assim. As vezes tinha seus momentos doces, as vezes rude, mas em tudo ela amava seu jeito.Seu jeito doce e nervoso de olhar seus olhos quando queria deixa-la irritada. De uma coisa ela tinha quase certeza: ela nasceu para o amar, de alguma forma, foi feita para ele, tudo nela se encaixava nele, mas ela sabia que nele faltavam algumas coisas para que fosse completo nela. Ou talvez não, talvez não faltasse nada. Ela o amava e isso bastava. Uma amor que por vezes a magoava e a fazia chorar, e dai, ela o amava com tamanha intensidade que fazia inveja a qualquer "Noah's Calhoun" por ai. As vezes nada disso importava, mas vezes pesava. O que aconteceria, só o tempo iria detalhar.
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